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PM faz a revista no presidio Barra da Grota e CPPA

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Foto; Beto Moreira
Respaldados por uma decisão judicial, a Polícia Militar entrou, na manhã deste sábado (7), no presídio Barra da Grota e na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Araguaína, norte do Tocantins, para fazer uma revista.  A movimentação começou por volta das 8h e deve seguir até o fim da tarde. As unidades não eram vistoriadas desde a greve da Polícia Civil, que completa 11 dias neste sábado.
No presídio Barra da Grota foram encontrados aparelhos celulares e armas artesanais nas primeiras horas de revista. Já na outra unidade, a polícia achou lâminas de barbeador e cordas. O balanço completo da ação será divulgado no final da tarde.
Revista acontece após autorização da Justiça do Tocantins (Foto: Fabíola Selis/TV Anhanguera)Revista acontece após autorização da Justiça do
Tocantins (Foto: Fabíola Selis/TV Anhanguera)
Ao todo, mais de 180 homens da PM, da Companhia Independente da Polícia Militar Rodoviária e Ambiental (CIPRA), do Corpo de Bombeiros e da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE) participaram da operação. A revista foi autorizada pelo juiz da 2ª vara criminal e de execuções penais, Antônio Dantas, que também determinou que os policiais militares façam as escoltas de presos em audiências, em hospitais, visita da família e em assistências jurídicas.
Morte no presídio
A revista é realizada um dia depois da morte de um detento no Presídio Barra da Grota. Fernando dos Santos Saraiva, de 29 anos, foi morto por estrangulamento e golpes de chuncho, uma espécie de faca artesanal feita com materiais como barras de ferro. A informação é de que haviam apenas dois presos na cela no momento do crime. Ele estava preso desde 2012 na unidade e havia sido condenado a 25 anos de reclusão por assalto a mão armada.
No momento do crime, parentes dos presidiários protestavam do lado de fora do presídio contra a proibição das visitas, que começou por causa da greve da Polícia Civil. Com faixas e cartazes, os manifestantes cobravam uma resposta da direção do presídio a respeito de uma decisão judicial que permitiria a visita aos detentos nas unidades prisionais da cidade.
Fonte: G1

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