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Católica Orione realiza projeto de conscientização sobre o descarte de lixo eletrônico

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Um dos atuais desafios para a preservação do meio ambiente é o descarte do lixo eletrônico. Com o crescimento frenético da indústria eletroeletrônica, a quantidade desses resíduos tem sido cada vez maior. Para promover a conscientização da sociedade sobre o assunto, os acadêmicos do curso de Gestão Financeira da Faculdade Católica Dom Orione, em Araguaína/TO, estão realizando o projeto Desenvolvimento Sustentável com o E-Lixo.

O Prof. Msc. Rogério dos Reis Brito, professor da disciplina Sistema de Informação Gerencial, explica que o objetivo do projeto é conscientizar a comunidade sobre as melhores formas de acondicionamento de equipamentos eletrônicos. “O descarte incorreto do lixo eletrônico leva a contaminação do solo, da água e do ar, gerando substâncias tóxicas que afetam pessoas, animais e plantas. Por isso, precisamos agir e contribuir de forma sustentável para com o meio ambiente”.

Para fazer esse trabalho de conscientização, os acadêmicos estão
fazendo uma divulgação nas salas de aula e corredores da faculdade e também do Colégio Santa Cruz, ensinando as formas corretas de descarte. Também foi instalado um contêiner no pátio do colégio e faculdade para a arrecadação do lixo eletrônico. O lixo recolhido será destinado para a ONG Guardiões da Natureza, que irá fazer a reciclagem do material.

A acadêmica do segundo período de Gestão Financeira, Adriana Rodrigues Barbosa, conta que as pessoas estão sendo bastante receptivas com o projeto. “Tanto alunos quanto professores aprovaram a iniciativa e se mostraram interessados pelo assunto. Muitos deles não sabiam da existência da ONG. Essa atitude vai contribuir para o meio ambiente melhor”.

O Projeto “E-Lixo” conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Araguaína que cedeu o contêiner e irá enviar o material recolhido para a ONG. A analista ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Luisa Medeiros, alerta sobre o cuidado com esse tipo de lixo, por ser bastante poluente. “Se descartado de forma incorreta pode liberar metais pesados que são altamente tóxicos, contaminando o solo e consequentemente o lençol freático e a água que a gente consome”.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a quantidade de lixo eletrônico descartado no mundo neste ano deve chegar a 50 milhões de toneladas. O Brasil é país latino-americano que mais produz esse tipo de lixo, responsável pela geração de 1,4 milhão de toneladas por ano. E o mais preocupante, recicla apenas 2% dos resíduos digitais.

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